segunda-feira, 21 de março de 2011



Ministros da UE ampliam sanções contra a Líbia e tentam posição conjunta


Vários Estados-membros participam desde sábado a título individual nos bombardeamentos sobre a Líbia, mas a UE não tem uma posição unânime sobre essa intervenção militar que é recusada por vários países como é o caso da Alemanha.

A opinião geral é de que o líder líbio Muammar Kadhafi “deve partir e o seu regime acabar”, repetiu na sexta-feira a alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros, Catherine Ashton. Os 27 deverão assim tomar decisões de ajuda humanitária e reforçar as sanções contra a Líbia, de forma a dar seguimento à decisão nesta área tomada pelo Conselho de Segurança da ONU.

Entre as novas medidas, vai estar o congelamento dos activos da companhia estatal de petróleo líbia e as suas filiais.

Na reunião dos chefes da diplomacia europeia, em que Portugal estará representado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, irão ainda ser preparadas as decisões da cimeira da primavera da UE que na próxima quinta e sexta-feira, também em Bruxelas, irá concentrar-se em temas económicos. Nomeadamente, aprovar o reforço da capacidade efectiva do fundo de resgate aos países em dificuldade para pagar a dívida pública, o “pacto para o euro” e dar o seu aval para reforçar a governação económica europeia.


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