O Fórum Económico Mundial de Davos terminou este domingo sem que quaisquer acordos sobre as políticas monetárias fossem alcançados. No encontro foram discutidas as mais importantes da actualidade, nomeadamente a crise da dívida europeia, as revoltas nos países árabes e a escalada dos preços dos bens alimentares. Contudo, não foi possível chegar a soluções consensuais, evidenciando-se assim as diferenças existentes. Um destes casos é o da crise, em que, por um lado, a União Europeia defende uma austeridade orçamental, enquanto que os Estados Unidos preferem manter as despesas, apoiando-se na criação de moeda pela Reserva Federal.
Outro ponto que esteve em destaque foi a nova regulação que está a ser imposta no sector financeiro, a qual foi apontada com negativa pelos banqueiros, pois poderá resultar numa restrição do crescimento económico global.
Apesar do clima de incerteza, os empresários aproveitaram a oportunidade para realizar, à margem da reunião, uma série de contactos entre si.
O encontro foi ainda marcado por um desviar de atenções por parte dos media causado pelo atentado no Aeroporto Internacional de Domodedovo (Moscovo, Rússia) e pelas revoltas populares no Norte de África.
O Fórum Económico Mundial é uma organização sem fins lucrativos baseada em Cologny, na Suíça, que realiza reuniões anuais, nas quais os principais lideres políticos, empresários e os mais conceituados políticos e jornalistas debatem os assuntos mais pertinentes a nível mundial.





















