O director-adjunto do Fundo Monetário Internacional (FMI), John Lipsky, considerou hoje que a organização poderá ter de aumentar o apoio financeiro aos países periféricos do euro caso a crise que afecta a região não alivie.
Questionado sobre se o FMI poderá ter de assistir mais países da zona euro, John Lipsky afirmou apenas: “Nunca diga nunca”. Em Davos, Suíça, onde se encontra a participar no Fórum Económico Mundial, afirmou, em entrevista à Bloomberg TV: “Certamente vai depender das circunstâncias.”
O responsável afirmou que os países da zona euro que estão sobre pressão dos mercados podem aplicar programas por si mesmos, mas garante que o FMI estará disponível para ajudar. “Se for necessário, nós estaremos do lado dos nossos parceiros europeus para providenciar apoio”, disse.
O dirigente considera ainda que existe vontade política para garantir que o euro sobrevive e que existem já medidas em curso que, se forem executadas, irão diminuir esse risco e mudar as opiniões daqueles que dão como certa a saída de alguns países da moeda única.
O responsável afirmou que os países da zona euro que estão sobre pressão dos mercados podem aplicar programas por si mesmos, mas garante que o FMI estará disponível para ajudar. “Se for necessário, nós estaremos do lado dos nossos parceiros europeus para providenciar apoio”, disse.
O dirigente considera ainda que existe vontade política para garantir que o euro sobrevive e que existem já medidas em curso que, se forem executadas, irão diminuir esse risco e mudar as opiniões daqueles que dão como certa a saída de alguns países da moeda única.


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