segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Bandeira da União Europeia

Esta é a bandeira da Europa, símbolo não só da União Europeia, mas também da unidade e da identidade da Europa em sentido mais lato. O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa.

O número de estrelas não tem nada a ver com o número de Estados-Membros. As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade. Assim, a bandeira mantém-se inalterada, independentemente dos alargamentos da UE.

História da bandeira
A história da bandeira começa em 1955. Nessa altura, a União Europeia existia apenas sob a forma da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, com seis Estados-Membros. No entanto, alguns anos antes tinha sido criado um outro organismo - o Conselho da Europa- que reunia um número superior de membros e cuja função consistia em defender os direitos do Homem e promover a cultura europeia.
O Conselho da Europa procurava um símbolo que o representasse. Após alguma discussão, foi adoptado o presente emblema - um círculo de doze estrelas douradas sobre fundo azul. Nalgumas culturas, o doze é um número simbólico que representa a plenitude, sendo também, evidentemente, o número dos meses do ano e o número de horas representadas num quadrante de relógio. O círculo constitui, entre outras coisas, um símbolo de unidade.
O Conselho da Europa convidou seguidamente as outras instituições europeias a adoptarem a mesma bandeira e, em 1983, o Parlamento Europeu seguiu o seu exemplo. Por último, em 1985, os Chefes de Estado e de Governo da UE adoptaram esta bandeira como emblema da União Europeia - que nessa altura era designada por Comunidades Europeias.
Desde o início de 1986, todas as instituições europeias adoptaram esta bandeira.
A bandeira da Europa é o único emblema da Comissão Europeia - o órgão executivo da UE. Outras instituições e organismos da UE usam um emblema próprio, para além da bandeira da Europa.






domingo, 27 de fevereiro de 2011

Conselho Europeu

O Conselho Europeu é uma instituição da União Europeia, cujo papel é dar os impulsos necessários para o seu desenvolvimento e definir as orientações e prioridades políticas gerais desta, ainda que não possua poder legislativo.
Criado em 1974, com o intuito de proporcionar uma situação informal de debate em que os Chefes de Estado e de Governo pudessem definir os objectivos da União Europeia e vias a tomar para alcançá-los, o Conselho Europeu apenas adquiriu um estatuto formal em 1992, com o Tratado de Maastricht. Em 2009, aquando da entrada em vigor do Tratado de Lisboa, tornou-se uma das sete instituições da União Europeia.
O Conselho Europeu é constituído pelos Chefes de Estado ou de Governo dos Estados-membros da União Europeia, pelo Presidente da Comissão Europeia e pelo Presidente da instituição. O Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança também participa nas suas reuniões. Se necessário, os Chefes de Estado ou de Governo poderão fazer-se acompanhar por um ministro, ou por um membro da Comissão no caso do Presidente da Comissão. Actualmente, o Presidente do Conselho Europeu é Herman Van Rompuy, que desempenha as funções desde 1 de Dezembro de 2009. A sua eleição é feita por maioria qualificada, tendo o mandato uma duração de dois anos e meio e sendo susceptível de uma renovação.
Em cada semestre, o Conselho Europeu reúne-se duas vezes por convocação do seu Presidente, decorrendo as reuniões em Bruxelas, no edifício Justus Lipsius e sendo assistidas pelo Secretariado-Geral do Conselho. Sempre que as circunstâncias o exijam, o Presidente poderá convocar reuniões extraordinárias.
A nível da tomada de decisões, o Conselho Europeu pronuncia-se habitual por consenso, embora haja situações em que são necessárias a unanimidade ou a maioria qualificada, conforme o estipulado nos Tratados.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Dívida: Merkel convida Sócrates para reunião

O primeiro-ministro José Sócrates vai encontrar-se com Angela Merkel na próxima quarta-feira, dia 2 de Março, em Berlim, disse à Lusa fonte oficial. 

Para além da preparação das cimeiras europeias do próximo mês - o Conselho Europeu extraordinário de 11 de março e o Conselho Europeu de 24 e 25 de Março - estará em cima da mesa de discussão a forma como o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) ou o mecanismo que lhe suceder poderá ser utilizado para ajudar de forma mais efectiva os países em dificuldades com dívidas soberanas. Portugal está dentro deste grupo de países.

O convite surge logo numa altura em que 200 economistas alemães defendem a bancarrota dos países sobreendividados e estão contra as soluções de Bruxelas. 

Entre as atribuições que o Governo português defende para o futuro mecanismo está o aumento da capacidade financeira para os 500 mil milhões de euros e a possibilidade de intervir nos mercados primário e secundário de dívida. Ou seja, a compra directa de dívida pública dos Estados quando é emitida e, depois, quando é negociada no mercado. Para além disso, preconiza também empréstimos directos aos Estados membros.

As ideias de Portugal para a futura configuração do fundo foram expressas em vários momentos pelo ministro das Finanças mas nunca de forma tão sistematizada e directa como a que o governante utilizou quando criticou a «lentidão» europeia nesta área. «É muito importante a possibilidade de intervenção no mercado da dívida, quer no domínio do chamado mercado primário, quer mercado secundário, bem como a possibilidade de efectuar operações de empréstimo aos Estados-membros», disse Teixeira dos Santos a meio do mês.

Relativamente aos empréstimos, o governante defendeu que haja «diferentes modalidades, desde empréstimos que possam estar enquadrados num programa como aqueles que estão agora a ser utilizados para a Grécia e para a Irlanda até pura e simplesmente a abertura de linhas de crédito, à semelhança por exemplo do que o Fundo Monetário Internacional (FMI) faz, só que neste caso seria um instrumento europeu e em condições de financiamento não sejam tão onerosas como aquelas que estão a ser praticadas actualmente».

José Sócrates e Angela Merkel têm uma história já longa de trabalho em conjunto em momentos importantes para o projetco europeu, nomeadamente na resolução do Tratado de Lisboa durante a presidência portuguesa da União Europeia.



quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Europa Viva - Na Rádio Universitária do Minho

logoUminhoA Associação Académica da Universidade do Minho através da Rádio Universitária do Minho, R.U.M., pretende estimular a discussão sobre o processo democrático e incrementar a participação activa e democrática em estruturas sociais e Organizações Juvenis, nomeadamente nas estruturas estudantis da Universidade e Escolas Secundárias de Região do Minho.
O “Europa Viva” pretende de igual forma desencadear este mesmo processo nas regiões dos diversos parceiros internacionais do Projecto.

Este projecto surge na continuação do projecto nacional “Democracia Viva” e que contou com a presença do Senhor Reitor da Universidade do Minho e do Sr. Presidente da República no Seminário de Encerramento.

O objectivo fundamental deste projecto é dotar jovens de uma percepção sobre a democracia, as Organizações Europeias e como os jovens podem envolver-se se enquanto cidadãos na construção democrática e em projectos de programas europeus de Juventude.

O projecto terá a duração de 6 meses e será realizado em pequenos seminários para 14 grupos distintos: cerca de 100 estudantes da Universidade do Minho e 60 estudantes das Escolas Secundárias da região do Minho e cerca de 250 jovens nas regiões dos 13 parceiros internacionais.

Todo o projecto será executado e dirigido pela RUM em estreita cooperação com a AAUM e com a Câmara Municipal de Braga, a outra Entidade Nacional parceira deste Projecto e que será Capital Europeia da Juventude em 2012.

Será realizada uma reunião APV,(de preparação) de 18 a 20 de Fevereiro 2011 em Braga, com todos os parceiros para preparar o projecto e encontros/seminários nos diversos países parceiros.

Estes encontros de Preparação serão o início de processo de construção de diálogo estruturado.

O Seminário final do Europa Viva será moderados por profissionais da R.U.M, e participado por decisores políticos da região e a nível internacional, representantes da agencia nacional de Juventude em acção e personalidades da Universidade do Minho, assentando numa estrutura e metodologia de Educação não Formal de qualidade, com interacção, e tónica central na metodologia do “Diálogo Estruturado”.

No final do projecto será realizado um Seminário Final de 05 a 11 de Junho 2011, com as conclusões de todas as Estruturas e com os parceiros Europeus deste projecto.

Um Programa de Rádio será dedicado pela antena da R.U.M. ao Projecto “Europa Viva”, através da emissão online e todas as conclusões do projecto podem ser consultados, na webpage da Rádio, em www.rum.pt. e no site da AAUM em http://www.aaum.pt/

Notícia em http://www.revistasim.com/sim/index.php?option=com_content&view=article&id=1552:europa-viva-na-radio-universitaria-do-minho&catid=35:generalistas


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Comissão Europeia e BCE em Lisboa para avaliar situação financeira


As equipas que foram enviadas à capital portuguesa por aquelas duas autoridades europeias estão a ter reuniões esta semana com o Ministério das Finanças e os principais bancos nacionais, segundo o "Jornal de Negócios" de hoje, que dá a notícia.

Estas visitas acontecem num momento muito delicado para o país, que está a viver com um crescente cepticismo dos mercados financeiros quanto à capacidade de Portugal cumprir os seus compromissos e as incertezas sobre os moldes futura reforma do funcionamento do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), que poderá evitar uma intervenção externa no país.

O BCE não comentou ao Negócios a missão que tem em Lisboa, o sector bancário desvalorizou e o Ministério das Finanças disse que se enquadra no âmbito da decisão dos chefes de Estado da zona euro no dia 4, quando a França e a Alemanha convenceram os parceiros da UE a realizar em Março uma cimeira extraordinária para preparar um “pacto de convergência” económica reforçada dos Estados europeus e o reforço da competitividade ao nível da UE.

A vista destas missões aos principais bancos portugueses iniciou-se já na semana passada, não estando previstos contactos com as administrações das instituições nacionais. Os técnicos europeus estarão, segundo o negócios, a recolher informação actualizada sobre a situação de liquidez e solvabilidade dos bancos nacionais.

Quer a Grécia quer a Irlanda tiveram missões técnicas da que envolveram entidades europeias e o FMI, pouco antes de pedirem auxílio financeiro externo. Sendo a situação diferente por não envolver o FMI, esta visita pode indiciar que pelo menos a Europa encara uma eventual ajuda a Portugal.


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Comissão Europeia reclama acesso universal a ensino pré-escolar de qualidade


A Comissão Europeia apresentou, há dois dias, um conjunto de propostas que apontam no sentido da procura da melhoria da qualidade da educação infantil, contemplando um apelo ao acesso universal ao ensino pré-escolar de qualidade. Segundo este órgão comunitário, o objectivo primordial é "proporcionar a todas as crianças um melhor começo de vida e lançar as bases para que, no futuro, sejam bem sucedidas em termos de aprendizagem ao longo da vida, inclusão social, desenvolvimento pessoal e empregabilidade".

As propostas terão igualmente como intuito ir ao encontro de duas grandes metas da Comissão - reduzir o abandono escolar precoce para menos de 10% e tirar pelo menos 20 milhões de pessoas de situações de pobreza e exclusão social.

Estas propostas, que poderão ser analisadas de forma ligeiramente mais concreta através da notícia do Jornal Público, serão debatidas pelos ministros da educação dos países da União no próximo mês de Maio, a fim de serem identificadas prioridades o quanto antes e de que haja intercâmbio e "importação" de ideias com resultados positivos comprovados.

Para além disso, foi anunciado igualmente pela Comissão que irão ser concedidos mais apoios ao sector da educação e acolhimento na "primeira infância" através de investimentos centrados nos fundos comunitários como o FSE (Fundo Social Europeu) e o Fundo Regional de Desenvolvimento.


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Namorar Portugal

Namorar Portugal  alia a moda à divulgação turística com raízes nos tradicionais «lenços dos namorados» vai ser consolidado com o «Mês do Amor»,  que as festas concelhias lançarão; com o «Festival da Fêvera», um espaço dedicado às tasquinhas». Manuel Barros revelou, ainda, que existe a intenção de promover as Festas Antoninas do Vale do Homem, através de uma aliança com a Câmara de Amares. O mesmo responsável avançou que será lançada uma «Rota das Colheitas», que estará associada à Festa das Colheitas que tem lugar no final do verão e revelou que «existem conversações com a Junta de Freguesia da Vila do Pico de Regalados para promover e valorizar conjuntamente as Feiras Novas da Localidade».

Através da Proviver, a autarquia aposta no reforço do investimento visando a consolidação e afirmação da marca numa perspectiva de promoção da imagem do concelho e da região ao nível nacional e internacional, numa lógica transversal e abrangente dos vários sectores: o turismo, a cultura, o desporto e o desenvolvimento económico.

Recorde-se que os «lenços dos namorados», que remontam ao século XVII-XVIII, têm sido adaptados por estilistas e designers nacionais em roupa feminina, relógios e louça da Vista Alegre e têm adquirido expressão a nível nacional em trabalhos de conhecidos estilistas, como Nuno Gama e Fernando Nunes.


Destaque para a Cimeira extraordinária agendada para Março e divergências relativas ao fundo de establização europeu

Foi agendada a Cimeira extraordinária convocada para Março,  para a discussão do reforço da competitividade a nível da união europeia e politica e o pacto de convergência a nível económico e fiscal.

Esta Cimeira foi convocada por Sarkozi e Merkel durante o Concelho Europeu , ambos os paises afirmam-se empenhados na defesa do euro, e establecem Março como data limite para ser apresentado o plano delineado em conjunto pelos dois países.

O comissário europeu para os assuntos económicos e monetários, Olli Rehn, apoia os esforços franco-alemães, classificando como grande passo proteçao da moeda única, além disso afirma que o ano 2011 deve ser um ano de reforma e de recuperação do euro.
Surge a dúvida quanto às divergencias relativas ao aumento do fundo de estabilização europeu, que não foi esclarecido por Sarkozi e Merkel.

A problematização feita por Pedro Sousa Carvalho, Subdirector do Diário Económico no "Destaque Económico de 07/02/2011" , abaixo anexado.


Política de Coesão da União Europeia

A União Europeia e os seus 27 Estados-Membros integram 271 regiões distintas, marcadas pelas grandes disparidades económicas e sociais entre si, o que se comprova só pelo facto de cerca de um quarto  dessas regiões apresentar um PIB per capitainferior em 75% à média da EU 27. Um dos objectivos centrais da União Europeia é suprimir estas disparidades promovendo a convergência e a coesão económica e social.
No âmbito das perspectivas financeiras 2007-2013, a política de coesão dispõe de 35,7% do total do orçamento europeu, dos quais 81,5% destina-se ao objectivo “Convergência”, 16% para o objectivo “Competitividade Regional” e 2,5% para o objectivo “Cooperação Territorial Europeia”.
Fundo de Coesão
O fundo de coesão é um mecanismo utilizado para combater as desigualdades na media em que ajuda os Estados Membros com um rendimento nacional bruto por habitante a 90% da média comunitária a reduzirem o atraso económico e social e a estabilizarem a economia. Apoia acções no âmbito do objectivo “Convergência”.
Países elegíveis para o Fundo de Coesão (relativamente ao período 2007-2013): Bulgária, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Grécia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia, Portugal e República Checa.
Objectivo Convergência
Destina-se a promover condições e factores que reforcem o crescimento e que conduzam a uma verdadeira convergência das regiões e dos Estados-Membros menos desenvolvidos. O montante disponível a título deste objectivo é de 282,8 mil milhões de euros, sendo que este abrange 18 Estados Membros e 84 regiões, num total de 154 milhões de habitantes e cujo PIB per capita é inferior a 75% da média comunitária.
Objectivo “Competitividade Regional e Emprego”
As prioridades relativas a este objectivo articulam em torno de três pólos:
·         Inovação e economia do conhecimento: reforço das capacidades regionais de investigação e desenvolvimento tecnológico, estímulo da inovação e do espírito empresarial e reforço da engenharia financeira, nomeadamente em relação às empresas ligadas à economia do conhecimento.
·         Ambiente de prevenção dos riscos: reabilitação dos terrenos contaminados, estímulo da eficiência energética, promoção dos transportes públicos urbanos limpos e elaboração de planos para prevenir e gerir os riscos naturais e tecnológicos.
·         Acesso aos serviços de transportes e de telecomunicações de interesse económico geral.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Parlamento Europeu viabiliza criação de patente europeia

Mais um passo importante no sentido do fenómeno de crescente integração europeia: a UE vai avançar com um sistema comum de patentes.

Através do recurso ao mecanismo de cooperação reforçada, um conjunto de países membros, nos quais se integra Portugal, conseguiu contornar a recusa do Conselho Europeu, obtendo autorização do Parlamento para a criação desse sistema inovador.


A recusa inicial foi motivada pelas posições tomadas por Espanha e Itália, mas um grupo de 12 países (Dinamarca, Estónia, Finlândia, Alemanha, Lituânia, França, Países Baixos, Suécia, Eslovénia, Reino Unido e Luxemburgo) recorreu ao referido mecanismo para contornar a decisão prévia do Conselho, grupo ao qual Portugal se viria a aliar. Citando o Jornal "Público", "o objectivo é criar uma protecção unitária das patentes para um grupo de Estados, eliminando os custos e incentivando a inovação europeia". Importante será referir que estudos apontam no sentido de que os custos de uma patente europeia sejam, actualmente, cerca de dez vezes superiores ao que se verifica nos Estados Unidos da América ou no Japão.

Após a aprovação formal da cooperação reforçada, a 9 ou 10 de Março, a Comissão irá apresentar propostas sobre a criação da patente unitária e outra de modo a determinar que língua ou línguas serão utilizadas.


Big bourses get bigger / Bolsas de valores grandes ficam ainda maiores

 


A NYSE Euronext e Deutsche Boerse formam novo gigante das bolsas. Apesar de esta junção não apresentar resultados directos no nosso projecto, o Minho irá receber as suas consequências, posto que com esta junção de dois gigantes das bolsas mundiais (um Europeu e um Americano), a bolsa de valores Portuguesa também é englobada neste conjunto, o que por sua vez acarreta o sector financeiro Minhoto.

Em inglês/In English:
NYSE Euronext and Deutsche Boerse will form the new giant of bourses. Despite the fact that this joint does not have direct results in our project, it will have consequences in the Minho region. Because of this reunion of two stock markets giants (one European and one American) the Portuguese stock market is also included in this set, which leads to influences in the financial sector of Minho.

Vai nascer a maior bolsa do mundo. A Deutsche Boerse, a bolsa de Frankfurt, anunciou um acordo com A NYSE Euronext, que opera a bolsa de Nova Iorque e várias praças na Europa, para formar uma praça financeira que supera todas as outras, em termos de volume de transações.

Ainda não se sabe qual vai ser o nome da nova empresa, mas sabe-se que vai ter sede em Amesterdão e vai ter como presidente executivo o actual homem-forte da NYSE, Duncan Niederauer. Reto Francione, até agora presidente da bolsa alemã, fica com a presidência do Conselho de Administração.

Segundo o acordo, três quintos da nova empresa passam a ser detidos pelos atuais acionistas da Deutsche Boerse, enquanto os outros dois quintos ficam nas mãos da NYSE Euronext. A nova empresa vai juntar as bolsas de Nova Iorque, Frankfurt, Paris, Amesterdão, Bruxelas e Lisboa.

This news in English

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ministros da Zona Euro discutem actual e futuro fundo de resgate

Em Bruxelas, os ministros das Finanças da Zona Euro discutem hoje mudanças ao actual Fundo Europeu de Estabilização, bem como as propostas sobre o futuro mecanismo permanente da UE.
O "Eurogrupo", reunião dos ministros das Finanças da Zona Euro, será essencialmente dedicado a preparar a Cimeira extraordinária de líderes dos 17 países do espaço monetário único agendada para 11 de Março, e na qual começarão a ser tomadas importantes decisões sobre uma «resposta abrangente» à crise na Zona Euro, a serem formalmente adoptadas no Conselho Europeu de 24 e 25 de Março.
No pacote com vista à estabilização da Zona Euro e combate à crise da dívida soberana que atinge países como Portugal, incluem-se discussões sobre o actual fundo de resgate, que deverá ser reforçado e flexibilizado, e o seu «sucessor», o Mecanismo Permanente de Estabilização, que o substituirá a partir de meados de 2013.

A reunião de hoje deverá fundamentalmente servir para fazer uma filtragem das muitas propostas que ainda estão em cima da mesa, de modo a preparar terreno para a tomada de decisões em Março, tendo fonte diplomática explicado à Agência Lusa que é altura de se retirar da agenda muitas das propostas que os Estados-membros foram acumulando em cima da mesa.
                                                                               

A Carta Dos Direitos Fundamentais Da União Europeia

As evoluções, na área dos direirtos fundamentais, têem sido uma constante na União Europeia.
Se desde cedo foi possível verificar, nas decisões do Tribunal de Justiça,  um compromisso com a protecção efectiva dos direitos fundamentais dos particulares (apoiando-se para o efeito, e apesar de ter optado pela não adesão, na Convenção Europeia dos Direitos do Homem - CEDH), esta protecção é, definitivamente, consagrada com a criação da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.

Tendo sido inserida no Tratado de Nice, em 2000, a Carta não dispunha de força juridicamente vinculativa, ou seja, apesar de ser tida como referência nos acordãos do Tribunal de Justiça, não podia ser directamente invocada pelos cidadãos nas suas contendas. Com o Tratado de Lisboa, a situação altera-se e a Carta torna-se a principal referência, em termos de Direitos Fundamentais, no seio da União Europeia  impondo, aos Estados-Membros, a obrigatoriadade do seu respeito e tornando possível a sua invocação junto dos Tribunais Nacionais.

Reflexo do seu progressivo impacto e carácter vinculativo, é o programa de acções com vista ao reforço dos direitos das crianças no seio da União Europeia. Segundo a Comissão Europeia, esta iniciativa “enumerará uma série de ações concretas através das quais a UE pode contribuir com um valor acrescido para as políticas nacionais que visam o bem-estar e segurança das crianças, promovendo designadamente um acesso à Justiça adaptado às crianças, quando estas têm de participar num processo judicial, uma melhorinformação sobre os seus direitos (...)", destacando que estas medidas vão de encontro aos “direitos fundamentais que a UE se compromete a respeitar em virtude da carta dos direitos fundamentais da União Europeia”.

 


CARTA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DA UNIÃO EUROPEIA


Conselho da União Europeia

O Conselho da União Europeia é um dos órgãos legislativos da União Europeia, representando os governos dos Estados-membros. Constitui a câmara alta do sistema bicameral, sendo o Parlamento Europeu a câmara baixa.
É composto por vinte e sete ministros, um de cada Estado-membro, sendo que a sua composição varia conforme o tema em discussão – por exemplo, se o Conselho for sobre finanças, estarão reunidos os vinte e sete ministros encarregues das finanças, da mesma forma que se for sobre agricultura estarão reunidos os ministros responsáveis por esta pasta.
A Presidência do Conselho funciona de acordo com um sistema rotativo pré-estabelecido, no qual cada Estado-membro exerce o cargo por um período de seis meses. Cabe à Presidência a organização e a realização das reuniões, sendo ainda responsável pela busca de compromissos. No caso de o Conselho ser sobre negócios estrangeiros, a Presidência é assumida pelo Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança. O Conselho é também administrado por um secretário-geral.
Cada Estado-membro dispõe de um certo número de votos definido pelos Tratados, estando em vigor actualmente o Tratado de Nice, que será futuramente substituído pelo Tratado de Lisboa. Também nos Tratados estão estabelecidas as situações em que são necessárias maiorias simples, qualificadas ou a unanimidade.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A UMinho no contexto europeu

A UMinho constitui uma referência de ensino e aprendizagem de elevada qualidade, não apenas para as universidades Portuguesas, mas também Europeias e Mundiais. (...) A Comissão de Avaliação considera que a UMinho é um dos melhores exemplos na Europa na implementação da estrutura de Bolonha. 
[In UNIVERSIDADE DO MINHO EUA EVALUATION REPORT European University Association (EUA)]A Universidade do Minho (UMinho) tem 15.000 estudantes e 34 anos de idade.
Possui 53 Cursos de Licenciatura e/ou Mestrado Integrado, que abarcam praticamente todas as áreas do saber e que procuram adaptar-se às necessidades e exigências do mercado de trabalho. Praticamente todos os cursos estão já adequados a Bolonha, o novo modelo de ensino que as universidades Europeias têm de adoptar até 2010.

Existe uma preocupação permanente com a qualidade do ensino e a monitorização da mesma, procurando acrescentar às tradicionais aulas teóricas e práticas, métodos de aprendizagem baseados na participação activa, no trabalho de grupo e interdisciplinar, e em estudos de casos que permitem o confronto com situações da vida real. Procura-se que os alunos se formem com uma vasta compreensão da sua área de estudo e que adquiram competências complementares (novas tecnologias, formação humanista, línguas, etc.). Tudo isto é muito importante para a boa integração dos alunos no mercado e para a adaptação a uma sociedade em constante mudança.

Asseguram o ensino e a investigação 1.200 docentes, mais de 80% doutorados, e cerca de 600 funcionários.

Nos dois campi (Camus de Gualtar, em Braga, e Campus de Azurém, em Guimarães) existem serviços e infra-estruturas de apoio ao ensino, tais como bibliotecas, salas de estudo, laboratórios, rede wireless, etc.

Para além do Ensino, a UMinho faz também uma aposta muito grande nainvestigação e na relação com o mundo que a rodeia, quer a nível regional e nacional, quer a nível internacional. Esta aposta permite-lhe acompanhar com atenção a evolução da sociedade e da ciência, com destaque para as melhores práticas de ensino, para a realidade das empresas e do mercado de trabalho, e para as tendências mais avançadas da investigação internacional, sobretudo na Europa e nos EUA. 


Desde a sua origem que a UMinho tem apostado muito na internacionalização do ensino e da investigação que desenvolve. A Universidade tem parcerias sólidas com mais de 200 universidades estrangeiras e pertence a um número muito elevado de redes de cooperação internacional. Assim sendo, os estudantes que frequentam os cursos da UMinho têm várias oportunidades para estudar no estrangeiro, através de programas de intercâmbio internacional como o SOCRATES/ERASMUS. 

Os períodos de permanência dos estudantes no estrangeiro podem variar entre os 3 meses e um ano sendo que, com a implementação de Bolonha, passa a ser também facilitada a realização de cursos de especialização e Mestrado em Universidades estrangeiras.

Quando já estão a terminar o curso, os alunos podem ainda realizar um estágio numa empresa de outro país da União Europeia no âmbito do Programa Leonardo da Vinci. Para os alunos que já se envolveram nestes programas de intercâmbio, esta experiência foi única e gratificante, quer a nível académico, quer a nível pessoal.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Os reflexos da crise mundial no Minho

Caros seguidores, aqui fica um bom exemplo de que a nossa região, O Minho, tem o seu papel na ecónomia mundial, sendo neste caso também afectada pela enorme crise mundial.

Como podemos verificar na imagem que se segue, estando o Minho representado no Norte de Portugal, este tem um enorme nº de desempregados por técnico da segurança social, um forte indicador do desemprego por região.
taxa desemprego finais 2010 / nº de desempregados por técnico da s. social

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Comissão Europeia

A Comissão Europeia é independente dos governos nacionais. Tem por missão representar e defender os interesses da União Europeia no seu todo. Elabora novas propostas de legislação europeia, que apresenta ao Parlamento Europeu e ao Conselho.

É também o braço executivo da UE, o que quer dizer que é responsável pela execução das decisões do Parlamento e do Conselho. Isto significa que a Comissão assegura a gestão corrente da União Europeia: aplicar as políticas, executar os programas e utilizar os fundos.

Tal como o Parlamento e o Conselho, a Comissão Europeia foi criada nos anos cinquenta ao abrigo dos Tratados constitutivos.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Inovação: Portugal foi o país da UE que mais cresceu no ranking europeu


Nos últimos cinco anos, Portugal foi o país da União Europeia que mais cresceu no ranking europeu que avalia a aposta na inovação e que hoje vai ser apresentado em Bruxelas.

O ranking Innovation Union Scoreboard 2010, que avalia os 27 Estados-membros da União Europeia (UE), é hoje apresentado em Bruxelas pelo comissário europeu e vice-presidente da Comissão Europeia Antonio Tajani.
Os dados apontam para um Portugal cada vez mais inovador mas continua abaixo da média europeia na maioria dos 24 indicadores usados para medir a inovação de um país.
No entanto, Portugal é mesmo o país que mais cresceu na performance global de inovação: acima de oito por cento ao ano e está agora em 15 º lugar numa lista de 27 países, sendo classificado como um «Inovador Moderado».
Comparando com a posição ocupada há quatro anos, Portugal subiu sete posições, estando agora à frente da Itália, Espanha e Grécia.
Portugal foi o país que mais aumentou a despesa das empresas em Investigação e Desenvolvimento (27 por cento na média anual), tal como o número de jovens com Ensino Secundário.